JAMES LIBERATO NO SANTANDER | O músico gaúcho, compositor, arranjador e instrumentista James Liberato com 30 anos de trabalho. Ao longo deste período, James vem desenvolvendo e consolidando seu trabalho em diferentes frentes, se apresenta, hoje (19), a partir das 17h, no Santander Cultural Recife (Avenida Rio Branco, 23, Bairro do Recife). Ingressos: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).
sábado, 19 de maio de 2012
"trezegraus" - Casa de Asas
JAMES LIBERATO NO SANTANDER | O músico gaúcho, compositor, arranjador e instrumentista James Liberato com 30 anos de trabalho. Ao longo deste período, James vem desenvolvendo e consolidando seu trabalho em diferentes frentes, se apresenta, hoje (19), a partir das 17h, no Santander Cultural Recife (Avenida Rio Branco, 23, Bairro do Recife). Ingressos: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia).
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HERBERT LUCENA - FORRÓ DE CARUARU
BOM LAZER - HERBERT LUCENA EM CARUARU | O músico Herbert Lucena (nasceu no Recife, mas passou toda sua infância e adolescência em Caruaru, no Agreste de Pernambuco) lança hoje (19) novo disco "Não me peçam jamais que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender" com show, a partir da meia-noite, no Palco Principal do Pernambuco Nação Cultural (Estação Ferroviária de Caruaru-PE). http://bomlazer.com
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
Artistas dizem não ao veto à Lei do Artista de Rua
O projeto de lei nº 931/2011, de autoria do vereador Reimont, que DISPÕE SOBRE A APRESENTAÇÃO DE ARTISTAS DE RUA NOS LOGRADOUROS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, foi aprovado na câmara municipal, mas infelizmente foi vetada pelo poder executivo. Todo cidadão tem o direito à cidade, e a arte pública não pode ficar de fora desse direito!
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Eike Batista compra 50% das ações da marca Rock in Rio
Por: Larissa D`Almeida Galeria (Mercado e Eventos)
Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira, 11/05, no Rio de Janeiro, os empresários Eike Batista, através da IMX e Roberto Medina, proprietário da marca Rock in Rio, reuniram a imprensa para anunciar a parceria para as próximas edições do evento. A partir da sociedade, Medina e Eike pretendem levar o evento à América Latina, Estados Unidos e Ásia. Por enquanto, está confirmada a realização do festival em Buenos Aires, na Argentina, para outubro de 2013.
O objetivo de Medina é “tornar o Rock in Rio a maior marca de música do mundo”. Para edição do ano que vem, já foi investido por patrocinadores cerca de U$ 82 milhões e, até 2013, espera-se alcançar U$ 100 milhões. Já para as edições confirmadas na Europa e Argentina, o investimento previsto é de U$ 350 milhões.
Medina também quer investir em novos produtos e estar presente na vida do público através de diversas plataformas como histórias em quadrinhos, moda, games e musicais. Sobre o preço para os ingressos, o empresário ainda não definiu valores, mas afirmou que pretende repassar o custo para o público, pois vai diminuir em 10 ou 15 mil o número de ingressos vendidos por dia de evento.
A sociedade com Eike visa acelerar o processo de expansão da marca Rock in Rio, segundo Roberto Medina. Mesmo com 50% da sociedade nas mãos, Eike afirmou que as decisões serão de Medina. “Nossa empresa sabe reconhecer talentos e sabemos que ele (Medina) tem a expertise para realizar o evento, por isso, o comando é dele” afirmou o bilionário.
Além dos patrocinadores, Medina também pretende utilizar a renúncia fiscal e o benefício da Lei Rouanet. Segundo o empresário, o evento do ano passado teve um impacto de U$ 460 mil na economia e gerou 7 mil empregos diretos. Sobre construir cidades do rock nos EUA e na Ásia, Medina afirmou ainda estar em fase de planejamento. “Tornando o Rock in Rio um evento global, seremos uma plataforma para atrair grandes marcas”, analisou. Sobre a parceria, Medina deu as boas vindas ao novo sócio. "Eike, seja bem vindo nessa grande viagem!", finalizou.
Rock in Rio 2013 já tem atrações
Para o festival do ano que vem o Palco Sunset já tem duas atrações confirmadas: Ivan Lins e George Benson, que vão repetir o dueto feito na primeira edição do evento, em 1985. Ambos estavam presentes na coletiva e dividiram o palco tocando sucessos como “Dinorah” e relembrando suas participações no primeiro festival, cantando para 300 mil pessoas. “Me senti o mais brasileiro dos brasileiros. O público no nosso país é único, eclético, democrático, gosta de música sem ser reacionário”, afirmou Ivan. A banda Sepultura e o Tambours du Bronx estão entre os artistas cotados para o festival.
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sábado, 28 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Bom Lazer: Banda Salário Mínimo (Hard/Heavy com sotaque brasi...
Bom Lazer: Banda Salário Mínimo (Hard/Heavy com sotaque brasi...: BANDA SALÁRIO MÍNIMO Pioneira do Hard/Heavy brasileiro, a banda participou da primeira versão da histórica coletânea "SP Met...
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segunda-feira, 5 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Bom Lazer: Juliana Pasini: toda energia do axé music (MT)
Bom Lazer: Juliana Pasini: toda energia do axé music (MT): Juliana Pasini, 14 anos de carreira, 5 CD’s lançados e mais de 50 coletâneas no mundo todo. Com um talento nato, sua energia e carisma ...
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
JORNAL MODELO: Projeto de designer chinês faz usuários repensarem...
JORNAL MODELO: Projeto de designer chinês faz usuários repensarem...: Fonte: 5elements. ‘Poor Little Fishbowl Sink’ é um projeto que leva a uma abordagem incomum sobre como economizar água. O projeto...
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Bom Lazer: Olhando o Recife pelo Capibaribe
Bom Lazer: Olhando o Recife pelo Capibaribe: Vamos passear? Quem passa pelas pontes do Recife - seja de ônibus, carro ou a pé - já deve ter visto um Catamarã cortando as águas ...
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Elis Regina: 23 anos sem ela
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| Elis Regina Foto: Mário Luiz Thompson |
Grande sucesso que a tornaria famosa nacionalmente foi "Arrastão", de Edu Lobo e Vinicius de Morais
Elis Regina Carvalho da Costa nasceu em Porto Alegre, RS, em 17 de março de 1945. Aos 11 anos cantou pela primeira vez numa rádio local. Em 1961 gravou seu primeiro LP, “Viva a brotolândia”, em que cantava calipsos e rocks. Gravou dois discos de boleros antes de aderir à Bossa Nova. Seu grande sucesso que a tornaria famosa nacionalmente foi “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Morais, com que ganhou o primeiro lugar do primeiro Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior, em abril de 1965.
Foi nessa interpretação que ela lançou a coreografia que se tornaria uma marca registrada, girando os braços sem parar. Criada pelo dançarino americano Lennie Dale, radicado no Brasil, ela lhe valeria os apelidos de “Elis-cóptero” e “Élice-Regina”. Elis, como adotou seu nome, abandonando o acento no “É”, gradualmente firmou-se como a melhor cantora da época, gravando discos e fazendo shows de grande sucesso.
Foi casada com o letrista (dupla “Menescal e Bôscoli”) e produtor de shows (dupla “Miéle e Bôscoli”) Ronaldo Bôscoli, com quem teve o filho João Marcelo Bôscoli, e com o pianista César Camargo Mariano, com quem teve os filhos Pedro Camargo Mariano e Maria Rita. Os três filhos enveredaram pelo meio musical.
Elis teve morte trágica, em 19 de janeiro de 1982, causada pela ingestão de cocaína e uísque. Pode-dizer que ela foi, na segunda metade do século, a grande modernizadora equivalente a Cardem Miranda na primeira metade.
Fonte: Opinião e Notícia
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O poder transformador da arte
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| Gustavo Dudamel |
Bem sucedido programa de educação musical venezuelano é exportado para países como Estados Unidos, Brasil e Escócia
No debate sobre o valor das aulas de artes nas escolas, um argumento poderoso vem de um lugar inusitado. Muitos já ouviram falar do petróleo, das belezas naturais, dos altos índices criminais e dos governantes excêntricos da Venezuela. Mas o país também abriga el sistema, uma rede de orquestras juvenis fundada em 1975, que tirou um enorme número de crianças dos guetos superpovoados e os transformou em músicos profissionais bem sucedidos. Sua principal estrela é Gustavo Dudamel (foto), que, entre outras coisas, é o diretor musical da Filarmônica de Los Angeles. Em janeiro, ele começa um ambicioso programa para honrar o centenário da morte de Gustav Mahler, regendo todas as sinfonias do compositor tanto com a Filarmônica californiana, quanto com a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar, a orquestra da Venezuela que o formou.
O conceito do sistema está se expandindo, com novos projetos no Brasil, na Escócia, e outros países com comunidades socialmente isoladas. A reputação quase mitológica do programa foi reforçada pelo entusiasmo de Claudio Abbado, Sir Simon Rattle e outros; e acompanhada de um pensamento otimista das sociedades ricas, de que a arte pode curar todos os males. Seu fundador, José Antonio Abreu, chegou a ser cotado para o Prêmio Nobel da Paz. Ainda assim, nunca houve um estudo imparcial de seus métodos e resultados. Changing Lives: Gustavo Dudamel, El Sistema, and the Transformative Power of Music (“Mudando vidas: Gustavo Dudamel, El Sistema e o Poder Transformador da Música”), de Tricia Tunstall é o primeiro documento a descrever o processo que, nas palavras de Dudamel, “cria milagres”. Tunstall, uma professora norte-americana de música foi à Venezuela com Jamie Bernstein, filha do compositor Leonard Bernstein, e recolheu dados, que a fazem apoiar as afirmações de Dudamel com números.
Numa nação de 29 milhões de pessoas, ela relata que cerca de 370 mil crianças agora participam do sistema, cantando e tocando música clássica por várias horas após as aulas escolares. O programa tem um orçamento anual de US$ 120 milhões, e a maior parte desse orçamento vem do governo. Tunstall diz que o índice de evasão no programa é de menos de 7%, enquanto a evasão escolar é de 25%. Embora seja impossível saber onde o sistema é responsável pela criação de bons estudantes, ou se ele atrai aqueles que são naturalmente disciplinados, fãs do programa dizem que os padrões são altos e que a atividade musical mantém os jovens fora das gangues. Edicson Ruiz, mandado por sua mãe ao núcleo de Caracas aos 12 anos, agora toca baixo na Orquestra Filarmônica de Berlim. Gabriela Montero, que foi solista da Sinfônica Bolívar aos oito anos, hoje é uma renomada pianista.
Além de cultivar os talentos musicais, Abreu garante que seus alunos toquem com instrumentos de valor não muito elevado, e alguns dos alunos aprenderam até mesmo a construir instrumentos, o que os permitiria seguir uma carreira como luthiers. Abreu explicou a Tunstall que se inspirou num pianista de sua cidade natal, Barquismeto, que transcreveu a Sinfonia Júpiter, de Mozart, para sete pianos. “Sempre tocávamos uns para os outros, e para outras pessoas, e adorávamos. Nunca tive a pressão de um professor severo sobre mim”.
Como estudante do Conservatório de Caracas, ele rejeitou a rigidez para conquistar o que chama de “transformação social por meio da música”. As crianças da primeira orquestra eram da camada mais pobre da população, e Abreu persuadiu políticos de todas as ideologias a ajudarem na expansão do programa para todo o país. “Ninguém diz ‘não’ ao maestro”, conta Tunstall. Enquanto isso, áreas problemáticas de Los Angeles e Nova York também receberam núcleo do programa. Só o tempo dirá se essas escolas sobreviverão sem as lideranças carismáticas, mas o Rio de Janeiro e Glasgow estão acompanhando o progresso atentamente.
Fontes: The Economist - The music man
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